CEO da Big Planet Made Entertainment processa por desinformação maliciosa na indústria K-pop
CEO da Big Planet Made Entertainment processa por desinformação maliciosa na indústria K-pop
O representante legal de Cha Ga Won, CEO da Big Planet Made Entertainment (BPM), rejeitou veementemente as recentes alegações em torno de uma suposta disputa de direitos de gestão, descrevendo-as como ‘desinformação maliciosa’ e anunciando planos de entrar com um processo de danos em larga escala.
Disputa de direitos de gestão na indústria do K-pop
Em 10 de abril, o advogado Hyun Dong Yeop, representando Cha Ga Won, afirmou que a disputa decorreu do que ele chamou de ‘tentativa ilegal colusiva’ envolvendo Knowmerce, Cha Jun Young e The Fact. Ele alegou que as partes estavam envolvidas em uma tentativa de tomar o controle hostil da BPM.
Em relação ao conflito em andamento com a Knowmerce, a equipe jurídica argumentou que a confiança entre as partes havia se quebrado completamente devido a claras violações contratuais, incluindo interrupções de serviço relacionadas à plataforma ‘Fromm’. Eles afirmaram ainda que reter pagamentos antecipados como garantia até a resolução da disputa e o acordo de compensação constitui um exercício legítimo de direitos contratuais. Alegações caracterizando essa ação como fraude foram descartadas como ‘distorção dos fatos’.
Acusações de manipulação e tentativa de aquisição hostil
O representante legal também caracterizou as queixas como parte de uma tentativa de tomar o controle da empresa, alegando que Cha Jun Young e Knowmerce conspiraram para fazer falsas acusações a fim de assumir a agência e seus artistas. Ele ainda afirmou que desinformação e manipulação coordenada da opinião pública foram usadas em apoio a uma tentativa de aquisição hostil.
Prejuízos financeiros e reputacionais na indústria do entretenimento
Em resposta à reportagem do The Fact, a equipe jurídica disse que um tribunal já havia aprovado uma liminar proibindo a publicação do artigo em questão. Eles acrescentaram que a BPM está preparando um processo de danos no valor de aproximadamente 100 bilhões de KRW (aproximadamente 74 milhões de dólares), citando danos significativos à reputação e financeiros causados pelo que descreveram como reportagens maliciosas.
A empresa atribuiu as recentes dificuldades operacionais e financeiras à pressão externa, argumentando que relatos falsos e ataques prejudicaram a credibilidade corporativa e interromperam o fluxo de caixa, o que posteriormente afetou os processos de pagamento dos artistas.
Confiança em desfecho favorável e política de tolerância zero à difamação
Em relação à investigação em andamento, a equipe jurídica expressou confiança em um desfecho favorável, afirmando que materiais apreendidos e dados de telefones celulares irão corroborar sua posição. Eles acrescentaram que irão cooperar plenamente com as investigações forenses para garantir uma decisão de não acusação.
A BPM concluiu reafirmando uma política de tolerância zero à difamação e à disseminação de informações falsas, prometendo ação legal rigorosa contra todas as partes responsáveis.
